Jornalista idealiza aplicativo para localizar “mapa” de acessibilidade a deficientes - Marcos Martins

Jornalista idealiza aplicativo para localizar “mapa” de acessibilidade a deficientes

Crédito: Divulgação

Um aplicativo que localiza pontos de acessibilidade para deficientes físicos, produzido para a cidade de São Paulo, pode chegar também ao Alto Tietê.
O projeto, vencedor da primeira edição do Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas (VaiTec), realizado pela Prefeitura de São Paulo, foi idealizada pela jornalista Aline Nascimento, ex-repórter do DS e que atualmente trabalha na edição da Rede Record. Ela contou com a ajuda de mais dois moradores de Itaquá.
O aplicativo SP Acessível, website colaborativo e gratuito voltado às Pessoas com Necessidades Especiais (PNE), começa a funcionar oficialmente em março. Em um primeiro momento “mapeia” todos os pontos na cidade de São Paulo onde existe acessibilidade para os deficientes: corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores, etc.
O projeto, que funcionará a princípio para detectar os acessos em São Paulo, pode ser trazido para as cidades do Alto Tietê por ser um “aplicativo aberto”. Basta ser reprogramado gratuitamente por um morador da região.
1ª EDIÇÃO
Com nota máxima, o aplicativo web foi selecionado na 1ª edição do Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas (VaiTec). A cerimônia de entrega do certificado de seleção do projeto ocorreu no dia 15 de outubro do ano passado com a presença do prefeito da Capital, Fernando Haddad (PT). A jornalista destaca o compartilhamento de informações entre usuários como peça chave do projeto.
“Mais do que incluir, o SP Acessível quer fortalecer a participação social na cidade. Por ser colaborativo, o aplicativo depende do engajamento das pessoas, que vão incluir comentários, validar marcações feitas por outros usuários e agregar fotos e vídeos”, explica.
Pensado para tornar o deslocamento de Pessoas com Necessidades Especiais (PNE) mais seguro no município, o programa poderá ser acessado, via internet, a partir de computadores e smartphones, sem a necessidade de baixar um app específico.
Ao indicar o ponto de origem e o de chegada, o usuário visualiza um mapa com elementos acessíveis – guias rebaixadas e semáforos sonoros, por exemplo – além de indicativos de obstáculos que podem comprometer a segurança ao longo do trajeto.
O banco de dados é atualizado pelos próprios usuários, que podem validar ou inserir novas informações. Serão disponibilizados filtros por regiões da cidade e por tipo de deficiência, otimizando a busca.
Com uma interface simples e intuitiva de interagir, o SP Acessível deve ser disponibilizado aos usuários em março deste ano.
Sobre o VaiTec
O Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas (VaiTec) recebeu mais de 900 projetos em áreas transversais como economia solidária, água e energia, educação, segurança alimentar, saúde, meio ambiente, cultura, desenvolvimento local sustentável, assistência social, direitos humanos, trabalho, mobilidade urbana, tecnologia assistiva, comunicação social e cidadania. Desse total, 599 atendiam a todos os critérios previstos pelo edital e seguiram para a etapa de avaliação.

Um aplicativo que localiza pontos de acessibilidade para deficientes físicos, produzido para a cidade de São Paulo, pode chegar também ao Alto Tietê.

O projeto, vencedor da primeira edição do Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas (VaiTec), realizado pela Prefeitura de São Paulo, foi idealizada pela jornalista Aline Nascimento, ex-repórter do DS e que atualmente trabalha na edição da Rede Record. Ela contou com a ajuda de mais dois moradores de Itaquá.

O aplicativo SP Acessível, website colaborativo e gratuito voltado às Pessoas com Necessidades Especiais (PNE), começa a funcionar oficialmente em março. Em um primeiro momento “mapeia” todos os pontos na cidade de São Paulo onde existe acessibilidade para os deficientes: corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores, etc.

O projeto, que funcionará a princípio para detectar os acessos em São Paulo, pode ser trazido para as cidades do Alto Tietê por ser um “aplicativo aberto”. Basta ser reprogramado gratuitamente por um morador da região.

1ª EDIÇÃO

Com nota máxima, o aplicativo web foi selecionado na 1ª edição do Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas (VaiTec). A cerimônia de entrega do certificado de seleção do projeto ocorreu no dia 15 de outubro do ano passado com a presença do prefeito da Capital, Fernando Haddad (PT). A jornalista destaca o compartilhamento de informações entre usuários como peça chave do projeto.

“Mais do que incluir, o SP Acessível quer fortalecer a participação social na cidade. Por ser colaborativo, o aplicativo depende do engajamento das pessoas, que vão incluir comentários, validar marcações feitas por outros usuários e agregar fotos e vídeos”, explica.

Pensado para tornar o deslocamento de Pessoas com Necessidades Especiais (PNE) mais seguro no município, o programa poderá ser acessado, via internet, a partir de computadores e smartphones, sem a necessidade de baixar um app específico.

Ao indicar o ponto de origem e o de chegada, o usuário visualiza um mapa com elementos acessíveis – guias rebaixadas e semáforos sonoros, por exemplo – além de indicativos de obstáculos que podem comprometer a segurança ao longo do trajeto.

O banco de dados é atualizado pelos próprios usuários, que podem validar ou inserir novas informações. Serão disponibilizados filtros por regiões da cidade e por tipo de deficiência, otimizando a busca.

Com uma interface simples e intuitiva de interagir, o SP Acessível deve ser disponibilizado aos usuários em março deste ano.

Sobre o VaiTec

O Programa de Valorização de Iniciativas Tecnológicas (VaiTec) recebeu mais de 900 projetos em áreas transversais como economia solidária, água e energia, educação, segurança alimentar, saúde, meio ambiente, cultura, desenvolvimento local sustentável, assistência social, direitos humanos, trabalho, mobilidade urbana, tecnologia assistiva, comunicação social e cidadania. Desse total, 599 atendiam a todos os critérios previstos pelo edital e seguiram para a etapa de avaliação.