Estudantes pressionam deputados a instalar CPI da Merenda - Marcos Martins

Estudantes pressionam deputados a instalar CPI da Merenda

Crédito: Assessoria/MM

Desde 2015, a comunidade escolar vem organizando uma série de manifestações contra o fechamento de salas de aula, escolas, por melhores condições de estudo e trabalho no estado de São Paulo. As manifestações e ocupações seguem em 2016, agora reivindicando a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apuração sobre possíveis desvios relacionados à merenda das escolas públicas estaduais.
Segundo a apuração do Ministério Público Estadual (MPE) e delações premiadas divulgadas pela imprensa, durante Operação Alba Branca, da Polícia Federal, houve envolvimento de pessoas do primeiro escalão do Palácio dos Bandeirantes e da própria ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). As notícias teriam motivado o movimento estudantil, as organizações sindicais e a comunidade escolar em geral a retomar os protestos por melhorias na educação.
Enquanto o escândalo segue sob investigação do MPE, deputados da oposição começaram a coletar assinaturas na ALESP para instalação da CPI que apure estes desvios. Para que o pedido tenha andamento são necessárias 32 assinaturas de deputados. No entanto, até o momento, apenas 24 parlamentares apoiaram a investigação.
Na semana passada, alunos da rede pública ocuparam o Centro Paula Souza, na região central da cidade, e várias unidades de ensino em todo o estado. “O cidadão paulista está chocado com as denúncias de desvios relacionados com merenda escolar na rede pública e os próprios estudantes tomaram a dianteira neste enfrentamento. Trata-se de uma demanda da sociedade, motivo pelo qual nós deputados temos a obrigação de apoiar”, afirmou o deputado Marcos Martins.
A movimentação dos estudantes chegou à noite de ontem, 3/5, ao prédio da ALESP. Alunos de diversas entidades ocuparam o plenário e passaram a noite no Palácio 9 de Julho como forma de pressionar os deputados da base governista para que assinem o pedido de CPI. A Polícia Militar foi acionada e tentou isolar o prédio, impedindo inclusive o acesso dos funcionários da casa. No entanto, muitos deputados, personalidades e cidadãos têm prestado solidariedade e se articulam em apoio aos estudantes.

Desde 2015, a comunidade escolar vem organizando uma série de manifestações contra o fechamento de salas de aula, escolas, por melhores condições de estudo e trabalho no estado de São Paulo. As manifestações e ocupações seguem em 2016, agora reivindicando a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apuração sobre possíveis desvios relacionados à merenda das escolas públicas estaduais.

Segundo a apuração do Ministério Público Estadual (MPE) e delações premiadas divulgadas pela imprensa, durante Operação Alba Branca, da Polícia Federal, houve envolvimento de pessoas do primeiro escalão do Palácio dos Bandeirantes e da própria ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). As notícias teriam motivado o movimento estudantil, as organizações sindicais e a comunidade escolar em geral a retomar os protestos por melhorias na educação.

Enquanto o escândalo segue sob investigação do MPE, deputados da oposição começaram a coletar assinaturas na ALESP para instalação da CPI que apure estes desvios. Para que o pedido tenha andamento são necessárias 32 assinaturas de deputados. No entanto, até o momento, apenas 24 parlamentares apoiaram a investigação.

Na semana passada, alunos da rede pública ocuparam o Centro Paula Souza, na região central da cidade, e várias unidades de ensino em todo o estado. “O cidadão paulista está chocado com as denúncias de desvios relacionados com merenda escolar na rede pública e os próprios estudantes tomaram a dianteira neste enfrentamento. Trata-se de uma demanda da sociedade, motivo pelo qual nós deputados temos a obrigação de apoiar”, afirmou o deputado Marcos Martins.

A movimentação dos estudantes chegou à noite de ontem, 3/5, ao prédio da ALESP. Alunos de diversas entidades ocuparam o plenário e passaram a noite no Palácio 9 de Julho como forma de pressionar os deputados da base governista para que assinem o pedido de CPI. A Polícia Militar foi acionada e tentou isolar o prédio, impedindo inclusive o acesso dos funcionários da casa. No entanto, muitos deputados, personalidades e cidadãos têm prestado solidariedade e se articulam em apoio aos estudantes.