Com 1 milhão de foliões, carnaval de rua de São Paulo movimentou R$ 400 milhões

Crédito: LUIZ GUADAGNOLI/PREFEITURA SP

A prefeitura de São Paulo estima que o carnaval de rua tenha reunido 1 milhão de pessoas em dez dias este ano. Foram 355 blocos, 35% a mais do que em 2014, e a expectativa é que os negócios superem R$ 400 milhões. Em 2015, foram seis semanas de carnaval, com a presença de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, em 270 blocos.

Ontem (9), em visita ao Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), que monitorou o carnaval de rua na cidade, o prefeito Fernando Haddad afirmou: “Talvez este tenha sido um dos melhores carnavais da história da cidade, pela organização, pelo comportamento das pessoas que receberam o convite e participaram da festa, sem ocorrências graves”.
O prefeito exaltou o retorno dos investimentos proporcionados com a festa. “É quarenta vezes mais de receita do que de despesa. A cada R$ 1,00 investido, a cidade tem R$ 40 de retorno, sem incluir o desfile”, disse.
“Há pessoas que deixaram de ir para outras localidades porque tiveram a folia garantida por aqui, com a infraestrutura coerente com as necessidades da cidade”, frisou Haddad, acrescentando esperar que São Paulo atraia cada vez mais turistas, nos próximos anos, com o carnaval de rua.
Questionado sobre alguns transtornos a moradores na região da Vila Madalena, na zona oeste, o prefeito disse que a ideia é continuar ouvindo sugestões de todos os paulistanos para que a festa seja cada vez mais organizada. “Aprendemos muito este ano, já fomos muito além das nossas expectativas. Óbvio que sempre podemos melhorar de um ano para o outro, mas o fato de não termos ocorrências graves até aqui e tudo ter transcorrido como o previsto mostra o crescimento da festa”, ressaltou.
Haddad também destacou a importância das escolas de samba para a cidade. “Nós dependemos do bom samba que São Paulo faz para ter blocos na rua, para ter ambiente de carnaval. Uma coisa não se opõe a outra, elas são complementares e eu diria que se o carnaval das escolas não tivesse avançado tanto, talvez o convite que a cidade fez para as pessoas permanecerem aqui em troca da infraestrutura que estamos dando não tivesse sido aceito tão facilmente como foi. Essas coisas se combinam”, disse o prefeito.
Para apoiar a realização do carnaval no Sambódromo, a prefeitura disse que investiu R$ 44 milhões, destinado a serviços de organização, divulgação, comercialização, controle e fiscalização, além de equipamentos, serviços e produtos, pessoal técnico e operacional. Em 2015, foram gastos cerca de R$ 37 milhões.
O apoio ao carnaval de rua recebeu  R$ 10,5 milhões de investimento, sendo 35% verbas de patrocinadores, como a Caixa Econômica Federal e a marca de cerveja Amstel. Em comparação com 2015, os investimentos no carnaval de rua cresceram 66%.

A prefeitura de São Paulo estima que o carnaval de rua tenha reunido 1 milhão de pessoas em dez dias este ano. Foram 355 blocos, 35% a mais do que em 2014, e a expectativa é que os negócios superem R$ 400 milhões. Em 2015, foram seis semanas de carnaval, com a presença de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, em 270 blocos.

Ontem (9), em visita ao Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), que monitorou o carnaval de rua na cidade, o prefeito Fernando Haddad afirmou: “Talvez este tenha sido um dos melhores carnavais da história da cidade, pela organização, pelo comportamento das pessoas que receberam o convite e participaram da festa, sem ocorrências graves”.

O prefeito exaltou o retorno dos investimentos proporcionados com a festa. “É quarenta vezes mais de receita do que de despesa. A cada R$ 1,00 investido, a cidade tem R$ 40 de retorno, sem incluir o desfile”, disse.

“Há pessoas que deixaram de ir para outras localidades porque tiveram a folia garantida por aqui, com a infraestrutura coerente com as necessidades da cidade”, frisou Haddad, acrescentando esperar que São Paulo atraia cada vez mais turistas, nos próximos anos, com o carnaval de rua.

Questionado sobre alguns transtornos a moradores na região da Vila Madalena, na zona oeste, o prefeito disse que a ideia é continuar ouvindo sugestões de todos os paulistanos para que a festa seja cada vez mais organizada. “Aprendemos muito este ano, já fomos muito além das nossas expectativas. Óbvio que sempre podemos melhorar de um ano para o outro, mas o fato de não termos ocorrências graves até aqui e tudo ter transcorrido como o previsto mostra o crescimento da festa”, ressaltou.

Haddad também destacou a importância das escolas de samba para a cidade. “Nós dependemos do bom samba que São Paulo faz para ter blocos na rua, para ter ambiente de carnaval. Uma coisa não se opõe a outra, elas são complementares e eu diria que se o carnaval das escolas não tivesse avançado tanto, talvez o convite que a cidade fez para as pessoas permanecerem aqui em troca da infraestrutura que estamos dando não tivesse sido aceito tão facilmente como foi. Essas coisas se combinam”, disse o prefeito.

Para apoiar a realização do carnaval no Sambódromo, a prefeitura disse que investiu R$ 44 milhões, destinado a serviços de organização, divulgação, comercialização, controle e fiscalização, além de equipamentos, serviços e produtos, pessoal técnico e operacional. Em 2015, foram gastos cerca de R$ 37 milhões.

O apoio ao carnaval de rua recebeu  R$ 10,5 milhões de investimento, sendo 35% verbas de patrocinadores, como a Caixa Econômica Federal e a marca de cerveja Amstel. Em comparação com 2015, os investimentos no carnaval de rua cresceram 66%.